Dia 9: Hoje fui receber meu benefício. [Finalmente!!!] Passei na Igreja e revi meus amigos. Ainda sentindo muita dor nos joelhos. Em casa, tomei paratran e ciclobezaprina.
Dia 10: (4ª aplicação): Estou sentindo tanta dor nas articulações, mal consigo dobrar o indicador da mão direita.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Terceira Sessão -
Resenha:
Dia 3 [dia da 2ª aplicação]: sob efeito dos remédios [tramadol e ciclobenzaprina] não tenho muito a relatar.
dia 4: talvez ressentida pela maratona no salão, hoje estou altamente dolorida. Mas mesmo assim, cogitei ir à missa. Mas não fui.
dia 5: De madrugada senti muita dor no esterno. Sem conseguir respirar direito. Pela manhã, me rendi ao analgésico, dormi a tarde. Pela primeira vez, [em três meses] me senti segura para ir à feira. Fui e ainda passamos na casa do meu pai. Todo o percurso demorou 2h30. Cheguei ao extremo da tolerância à dor. Tomei analgésico outra vez.
Dia 6: Acordei um pouco melhor. Permaneci em repouso. Quadro geral tolerável.
Dia 7: Minha cervical está me incomodando muito. Mas estou num processo de ficar em frente o computador por muitas horas. Mudança de postura está ajudando. Me rendi a um Sedalex... Após uma reunião, tomei a combinação ciclobenzaprina e tramadol.
Dia 8 [dia da 3ª aplicação]: Hoje estou particularmente agitada, não durmo bem à muitas noites. A aplicação foi feita pela Gerusa, hoje o doutor não estava presente.
Relatei as dores e as rendições aos medicamentos.
Aplicação:
Ela me mostrou a seringa [mencionou ser 4 de 60, não sei o que isso quer dizer - vou esclarecer e conto pra vocês.]
Untou meu ânus e passou a sonda.
E como sempre, educadamente pedindo licença e contando o que estava fazendo: agora mais uma [seringa], agora a última.... enfim, nada de novidade... só a barriguinha inchando mesmo.
Quando me levantei, ela me contou que o ozônio reage com o látex, e por isso, faz o manuseio da seringa sem a luva. Aproveitei e peguntei sobre a vontade louca de ir ao banheiro eliminar os gazes. Me surgiu a dúvida, "Se é feito uma absorção via retal, seria importante que eu conseguisse segurar um pouco mais?" Ela respondeu prontamente que "não!" Segundo ela, algumas pessoas sentem cólicas e outras não sentem nada. Mas mesmo assim, se sentir vontade de eliminar, "não segure". E foi o que eu fiz: Corri para o banheiro. Ainda estou com a barriga inchada.
Combinei com ela que a aplicação de segunda-feira, (18) poderia ser filmada e eu postaria aqui. Será uma contribuição e um grande esclarecimento.
Obrigada, gente.
Dia 3 [dia da 2ª aplicação]: sob efeito dos remédios [tramadol e ciclobenzaprina] não tenho muito a relatar.
dia 4: talvez ressentida pela maratona no salão, hoje estou altamente dolorida. Mas mesmo assim, cogitei ir à missa. Mas não fui.
dia 5: De madrugada senti muita dor no esterno. Sem conseguir respirar direito. Pela manhã, me rendi ao analgésico, dormi a tarde. Pela primeira vez, [em três meses] me senti segura para ir à feira. Fui e ainda passamos na casa do meu pai. Todo o percurso demorou 2h30. Cheguei ao extremo da tolerância à dor. Tomei analgésico outra vez.
Dia 6: Acordei um pouco melhor. Permaneci em repouso. Quadro geral tolerável.
Dia 7: Minha cervical está me incomodando muito. Mas estou num processo de ficar em frente o computador por muitas horas. Mudança de postura está ajudando. Me rendi a um Sedalex... Após uma reunião, tomei a combinação ciclobenzaprina e tramadol.
Dia 8 [dia da 3ª aplicação]: Hoje estou particularmente agitada, não durmo bem à muitas noites. A aplicação foi feita pela Gerusa, hoje o doutor não estava presente.
Relatei as dores e as rendições aos medicamentos.
Aplicação:
Ela me mostrou a seringa [mencionou ser 4 de 60, não sei o que isso quer dizer - vou esclarecer e conto pra vocês.]
Untou meu ânus e passou a sonda.
E como sempre, educadamente pedindo licença e contando o que estava fazendo: agora mais uma [seringa], agora a última.... enfim, nada de novidade... só a barriguinha inchando mesmo.
Quando me levantei, ela me contou que o ozônio reage com o látex, e por isso, faz o manuseio da seringa sem a luva. Aproveitei e peguntei sobre a vontade louca de ir ao banheiro eliminar os gazes. Me surgiu a dúvida, "Se é feito uma absorção via retal, seria importante que eu conseguisse segurar um pouco mais?" Ela respondeu prontamente que "não!" Segundo ela, algumas pessoas sentem cólicas e outras não sentem nada. Mas mesmo assim, se sentir vontade de eliminar, "não segure". E foi o que eu fiz: Corri para o banheiro. Ainda estou com a barriga inchada.
Combinei com ela que a aplicação de segunda-feira, (18) poderia ser filmada e eu postaria aqui. Será uma contribuição e um grande esclarecimento.
Obrigada, gente.
Não é segredo pra ninguém que estou em tratamento.Resolvi fazer um Blog da visão do paciente, [já que não encontrei...
Publicado por Karine Serrano em Segunda, 11 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Segunda Sessão - mais intimidade
Entrei no consultório admitindo que tomei paratran (tramadol) e ciclobenzaprina hoje pela manhã. Relatei as melhoras no joelho e no ombro. Aliás, uma melhora generalizada, até por querer muito que este tratamento dê certo. Ainda estou com um pouquinho de diarreia, acredito que possa ser a virose. Acordei sentindo tanta dor, que não resisti o uso do analgésico. Confesso!!!
Deitei sem muita cerimônia e mais tranquila sobre abaixar a calça e a calcinha. Fui contando sobre o blog e minhas motivações para escrever essa experiência. [E já fui ficando de costas pra técnica e me posicionando] Continuei conversando, contando sobre o blog e logo doutor Luiz Gustavo me pediu o endereço. [Me comprometi a "marca-lo" no facebook.] Gerusa me pediu licença e lubrificou meu ânus e introduziu a sonda. Até então, eu ainda não havia mencionado que vivo da música e os dois ficaram muito interessados na data da próxima apresentação. Conversamos muito mais e desta vez, não fiquei tão envergonhada, nem receosa sobre "escapulir" alguma coisa gasosa. Quanto ao procedimento, eu ainda não tenho informações, mas quero saber a parte técnica. [Por exemplo: quantidade de ozônio, ou tempo de aplicação.]
O doutor me pediu pra negociarmos as datas de aplicação para terça e quinta. Convencionamos que é possível.
O doutor ou a técnica ficam movimentando a sonda enquanto se ouve o barulho do equipamento de aplicação do ozônio. Parece aquele barulho da bomba de aquário, sem o adicional no meio líquido. Só o motorzinho mesmo. Enfim, ele me perguntou se eu estava sentindo a barriguinha enchendo, eu disse que sim. E pra finalizar, me informou que seria a "última vez". [Acredito que ele se referia ao fato de "soltar" mais um pouquinho de ozônio. Feito isso, me pediram pra me vestir e me despedi com um afetuoso abraço nos dois. Eu sou "carinhosa" [nas palavras do médico].
Sai correndo pro banheiro outra vez. Preciso lembrar de perguntar se é normal. Pois, no final das contas, fiz muita força, e só soltei gazes com cheiro de ozônio. De repente, seria mais adequado que eu não me esforçasse tanto...
Resenha dos dias:
0 [dia 1ª aplicação]: nada de diferente. A noite estava estranhamente melhor. Sem sentir dor no joelho e o ombro apenas com um movimento específico.
1: amanheci um pouco mais disposta, sem dores nas articulações, joelho e ombro. Apesar de estar notando as dores na lombar e no ciático, sem muita importância, bem suportável.
2: dores do joelho e ombro apareceram novamente e a lombar incomodando mais do que gostaria de admitir.
3: [dia 2ª aplicação]: acordei sentindo muita dor, tanta que me rendi ao analgésico.
PS.1: Esqueci da foto do antes e do depois da barriga. Farei! Eu prometo.
PS.2: Cortei meu cabelo, bem curtinho. Eis as fotos do antes e do depois.
Antes [cabelos compridos]
Depois[cabelos curtos]
Deitei sem muita cerimônia e mais tranquila sobre abaixar a calça e a calcinha. Fui contando sobre o blog e minhas motivações para escrever essa experiência. [E já fui ficando de costas pra técnica e me posicionando] Continuei conversando, contando sobre o blog e logo doutor Luiz Gustavo me pediu o endereço. [Me comprometi a "marca-lo" no facebook.] Gerusa me pediu licença e lubrificou meu ânus e introduziu a sonda. Até então, eu ainda não havia mencionado que vivo da música e os dois ficaram muito interessados na data da próxima apresentação. Conversamos muito mais e desta vez, não fiquei tão envergonhada, nem receosa sobre "escapulir" alguma coisa gasosa. Quanto ao procedimento, eu ainda não tenho informações, mas quero saber a parte técnica. [Por exemplo: quantidade de ozônio, ou tempo de aplicação.]
O doutor me pediu pra negociarmos as datas de aplicação para terça e quinta. Convencionamos que é possível.
O doutor ou a técnica ficam movimentando a sonda enquanto se ouve o barulho do equipamento de aplicação do ozônio. Parece aquele barulho da bomba de aquário, sem o adicional no meio líquido. Só o motorzinho mesmo. Enfim, ele me perguntou se eu estava sentindo a barriguinha enchendo, eu disse que sim. E pra finalizar, me informou que seria a "última vez". [Acredito que ele se referia ao fato de "soltar" mais um pouquinho de ozônio. Feito isso, me pediram pra me vestir e me despedi com um afetuoso abraço nos dois. Eu sou "carinhosa" [nas palavras do médico].
Sai correndo pro banheiro outra vez. Preciso lembrar de perguntar se é normal. Pois, no final das contas, fiz muita força, e só soltei gazes com cheiro de ozônio. De repente, seria mais adequado que eu não me esforçasse tanto...
Resenha dos dias:
0 [dia 1ª aplicação]: nada de diferente. A noite estava estranhamente melhor. Sem sentir dor no joelho e o ombro apenas com um movimento específico.
1: amanheci um pouco mais disposta, sem dores nas articulações, joelho e ombro. Apesar de estar notando as dores na lombar e no ciático, sem muita importância, bem suportável.
2: dores do joelho e ombro apareceram novamente e a lombar incomodando mais do que gostaria de admitir.
3: [dia 2ª aplicação]: acordei sentindo muita dor, tanta que me rendi ao analgésico.
PS.1: Esqueci da foto do antes e do depois da barriga. Farei! Eu prometo.
PS.2: Cortei meu cabelo, bem curtinho. Eis as fotos do antes e do depois.
Antes [cabelos compridos]
Quando eu quero mais...
Publicado por Karine Serrano em Sexta, 4 de dezembro de 2015
Depois[cabelos curtos]
Prontinha pra 2016! #cabelocurto #novovisual
Publicado por Karine Serrano em Quinta, 7 de janeiro de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Vamos lá - Primeira Sessão
Para as dores crônicas e a fibromialgia fui indicada pelo doutor Luiz Gustavo Peixoto.
Farei o tratamento com o Ozônio Medicinal via retal. Serão 20 sessões que custarão R$2.600,00. Acertarei R$1.300,00 na metade do tratamento e na segunda metade, acertarei o restante.
São duas vezes por semana: 15 minutos na Segunda-feira e 15 minutos na Quinta-feira.
É chato admitir mas, o tratamento que estou fazendo é Ozonioterapia via retal. Não vi nenhuma postagem sobre desconforto, ou ainda como é feito. Aliás, vi um vídeo com um enfermeiro fazendo o procedimento de passar a sonda retal num boneco. É bem esclarecedor. Mas não tem o relato do paciente... Enfim, estou me propondo a ser esse caminho.
Primeiro preciso voltar no tempo: minha filha teve uma virose há dois dias e acabei pegando. Resultado, vômito e diarreia no domingo [um dia antes de fazer a ozonioterapia]
Liguei no consultório. A secretária me transferiu para o doutor Luiz Gustavo, que prontamente me perguntou se eu estava melhor. Eu disse que sim, pois não havia vomitado durante a madrugada e a diarreia já havia cessado. Então ele disse que eu podia fazer o procedimento.
Cheguei no consultório antes do horário pois eu precisava acertar o valor e pedir uns dias no cheque [$$$, ai] Autorizada a pagar com cheque pre-datado, e antes do horário previsto fui chamada à sala do médico.
Ele me perguntou como eu estava e eu contei das dores generalizadas, e principalmente as pontuais: joelho (cisto de Backer), ombro (bursite), coluna lombar seguindo para a perna esquerda, cervical, debaixo do pé direito e por último uma dor insuportável no esterno. Fora a dor nas articulações (aff!!!).
Certo, vamos ao procedimento:
Uma técnica muito educada, Gerusa, se identificou e me explicou que iria passar a sonda pelo meu ânus. Me ajudou a deitar e me pediu pra ficar de frente pra parede e que eu abaixasse a minha roupa e ficasse tranquila que ela me cobriria com lençol. Acabei me deitando de calcinha, me virei e ela abaixou minha calcinha encaixou o lençol. Escutei o dr. Luiz Gustavo dizendo pra usar óleo mineral e xilocaína. E então, ele me pediu licença, educadamente levantou o lençol e introduziu a sonda. Confesso que não senti desconforto, mas fiquei sentindo minha barriga encher de gazes. E a sensação que eu iria soltar um "pum" a qualquer momento. Fiquei fazendo força pra segurar, até porque, fiquei com receio de ser diarreia.
Foi muito rápido. Quando me levantei, doutor me sugeriu entrar no site da ABOZ para ver mais detalhes da terapia e que eu desse notícias sobre meu quadro. Foi aí que resolvi fazer o meu DIÁRIO DE UMA TERAPIA.
A Gerusa me perguntou se eu estava sentindo o gosto de ozonio na boca. Eu disse que não. Parece que esse relato é frequente. Vou prestar atenção da próxima vez.
Despedi e fui correeeeendo pro banheiro com a sensação de diarreia, mesmo! Fiquei sem graça de relatar isso. Mas não fiz nenhuma gotinha, nem soltei gazes. Fiquei com uma pancinha meio inchada. Na próxima sessão posto a fotografia do antes e do depois. Vamos ver se tem diferença mesmo.
No mais, não posso dizer que senti alívio das dores. Vamos ver até a próxima sessão.
Por hoje, fiquem com uma mensagem linda da página do Facebook do dr. Luiz Gustavo.
valeuuuu!
Farei o tratamento com o Ozônio Medicinal via retal. Serão 20 sessões que custarão R$2.600,00. Acertarei R$1.300,00 na metade do tratamento e na segunda metade, acertarei o restante.
São duas vezes por semana: 15 minutos na Segunda-feira e 15 minutos na Quinta-feira.
É chato admitir mas, o tratamento que estou fazendo é Ozonioterapia via retal. Não vi nenhuma postagem sobre desconforto, ou ainda como é feito. Aliás, vi um vídeo com um enfermeiro fazendo o procedimento de passar a sonda retal num boneco. É bem esclarecedor. Mas não tem o relato do paciente... Enfim, estou me propondo a ser esse caminho.
Primeiro preciso voltar no tempo: minha filha teve uma virose há dois dias e acabei pegando. Resultado, vômito e diarreia no domingo [um dia antes de fazer a ozonioterapia]
Liguei no consultório. A secretária me transferiu para o doutor Luiz Gustavo, que prontamente me perguntou se eu estava melhor. Eu disse que sim, pois não havia vomitado durante a madrugada e a diarreia já havia cessado. Então ele disse que eu podia fazer o procedimento.
Cheguei no consultório antes do horário pois eu precisava acertar o valor e pedir uns dias no cheque [$$$, ai] Autorizada a pagar com cheque pre-datado, e antes do horário previsto fui chamada à sala do médico.
Ele me perguntou como eu estava e eu contei das dores generalizadas, e principalmente as pontuais: joelho (cisto de Backer), ombro (bursite), coluna lombar seguindo para a perna esquerda, cervical, debaixo do pé direito e por último uma dor insuportável no esterno. Fora a dor nas articulações (aff!!!).
Certo, vamos ao procedimento:
Uma técnica muito educada, Gerusa, se identificou e me explicou que iria passar a sonda pelo meu ânus. Me ajudou a deitar e me pediu pra ficar de frente pra parede e que eu abaixasse a minha roupa e ficasse tranquila que ela me cobriria com lençol. Acabei me deitando de calcinha, me virei e ela abaixou minha calcinha encaixou o lençol. Escutei o dr. Luiz Gustavo dizendo pra usar óleo mineral e xilocaína. E então, ele me pediu licença, educadamente levantou o lençol e introduziu a sonda. Confesso que não senti desconforto, mas fiquei sentindo minha barriga encher de gazes. E a sensação que eu iria soltar um "pum" a qualquer momento. Fiquei fazendo força pra segurar, até porque, fiquei com receio de ser diarreia.
Foi muito rápido. Quando me levantei, doutor me sugeriu entrar no site da ABOZ para ver mais detalhes da terapia e que eu desse notícias sobre meu quadro. Foi aí que resolvi fazer o meu DIÁRIO DE UMA TERAPIA.
A Gerusa me perguntou se eu estava sentindo o gosto de ozonio na boca. Eu disse que não. Parece que esse relato é frequente. Vou prestar atenção da próxima vez.
Despedi e fui correeeeendo pro banheiro com a sensação de diarreia, mesmo! Fiquei sem graça de relatar isso. Mas não fiz nenhuma gotinha, nem soltei gazes. Fiquei com uma pancinha meio inchada. Na próxima sessão posto a fotografia do antes e do depois. Vamos ver se tem diferença mesmo.
No mais, não posso dizer que senti alívio das dores. Vamos ver até a próxima sessão.
Por hoje, fiquem com uma mensagem linda da página do Facebook do dr. Luiz Gustavo.
valeuuuu!
#felicidade #vivermais #vivermelhor
Publicado por Dr. Luiz Gustavo Peixoto em Sexta, 11 de dezembro de 2015
domingo, 3 de janeiro de 2016
Ozonioterapia: Indicações e Benefícios
As concentrações e modo de aplicação variam de acordo com a afecção a ser tratada, já que a concentração de ozônio determina o tipo de efeito biológico e o modo de aplicação relaciona-se à sua ação no organismo. Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozonioterapia as patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica. Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozonioterapia é usada no tratamento de doenças circulatórias. Possui propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas infectadas.
O ozônio medicinal pode ser indicado para o tratamento de :
- Problemas circulatórios
- Diversas doenças e condições do paciente idoso
- Doenças causadas por vírus, tais como hepatites, Herpes simples e Herpes zoster
- Feridas infectadas quaisquer, inflamadas, de difícil cicatrização, como úlceras nas pernas, de origem vascular, arterial ou venosas (varizes), úlceras por insuficiência arterial, úlcera diabética, risco de gangrena
- Colites e outras inflamações intestinais crônicas
- Queimaduras
- Hérnia de disco, protrusão discal, dores lombares
- Dores articulares decorrentes de doenças inflamatórias crônicas.
- Imunoativação geral.
- Como terapia complementar para vários tipos de câncer
Existem algumas contraindicações para a realização da Ozonioterapia. A principal contraindicação é deficiência da enzima Glicose-6-Fosfato Desidrogenase (G6PD), conhecida como favismo, em função do risco de hemólise.
Em casos de hipertireoidismo descompensado, diabetes mellitus descompensado, hipertensão arterial severa descompensada e anemia grave, é necessário que a estabilização clínica dessas situações seja realizada previamente à aplicação da Ozonioterapia.
Quais doenças são tratáveis com ozônio medicinal?
Várias doenças podem ser influenciadas positivamente ou mesmo curadas pelo ozônio. Este é um fato que é confirmado por uma série de investigações científicas e de publicações médicas. De modo geral, o ozônio medicinal é aplicado paralelamente a outros medicamentos, podendo ser utilizado como terapia complementar. É preciso que todos saibam que o ozônio medicinal, quando utilizado de maneira correta e indicado com segurança, é valioso, prático, eficaz. Por outro lado, como aliás ocorre com qualquer tratamento ou procedimento médico, não há e nem pode haver garantia de sucesso terapêutico em 100% dos casos tratados. O sucesso variará de acordo com o estado de saúde do paciente, a frequência do tratamento do ozônio, as doses e as concentrações aplicadas, entre outros fatores.
AVISO: Nem a ABOZ nem seus colaboradores, fornecem conselhos médicos, ou diagnósticos médicos, e não fazem nenhuma reivindicação de curas. Nenhum tratamento médico deve ser administrado apenas na base das informações disponibilizadas neste ou em outros informativos quaisquer. O site da ABOZ destina-se a fornecer informações seguras a respeito de um tratamento que tem sido utilizado em diversos países ao longo dos últimos 70 anos.
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